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  • Jaqueline Dulce Pacheco

RH sendo RH

Vivemos um momento onde o mundo necessita humanização, falamos em guerras acontecendo, guerras por acontecer, falamos em discussões de trânsito, feminicídios, enfim, o mundo está pedindo calma.

Mas aí entramos no mundo profissional...

Falamos da loucura que é por autoconhecimento, da busca por aprendizagem, dos melhores profissionais, ou como se tornar o melhor, e por aí vai. O que não temos falado é em como ainda há pessoas que não se deram conta disso. Vivem num mundo a parte disso, sabem que precisam, mas fecham os olhos para essa necessidade, ou como dizem por aí, “fingem que não é com eles e tudo bem”, até que são convidados a passar no DP ou recusados nas entrevistas de emprego.

E agora?

“Bom, agora tudo bem, eles vão ser descartados aos poucos!”

Não... como gestora de RH e antes disso uma administradora de empresas, preciso dizer: Precisamos mudar nossa cultura! Precisamos despertar no outro o interesse em crescer, só assim, mudaremos o que estamos por deixar para as próximas gerações. Não há mais espaço para o egocentrismo!

O profissional de antes, aquele que olhava para o “eu” e buscava auto desenvolver-se, agora precisa ser altruísta e olhar para o outro e desenvolvê-lo, mostrar o lado positivo de crescer, ser entusiasta, ser o incentivador da mudança que está por vir. Tornar-se a referência de seu pupilo. Este profissional de antes, se torna agora o “grande” modelo para esta nova águia que irá nascer.

A partir deste momento teremos dois grandes profissionais se desenvolvendo: aquele que busca ensinar e aprende a orientar, e o outro que por sua vez, descobre que pode voar.


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