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  • Jaqueline Dulce Pacheco

Salário Emocional x Meritocracia

A quantas anda sua felicidade e a de seus liderados no trabalho?

O que a isso tem a ver com o processo de motivação e retenção de pessoas?

É o quanto você está ofertando em dinheiro aos seus colaboradores que faz com que eles decidam ficar ou não em sua empresa?

Se pensarmos que o significado da palavra motivação é  “o impulso interno que leva à ação” conforme fonte https://pt.wikipedia.org/wiki/Motiva%C3%A7%C3%A3o, então se faz necessário entender piamente que motivação não vem somente do valor monetário recebido pelo trabalho exercido, e sim do que vem agregar valor ao trabalho prestado pelo capital humano de sua empresa.

Quando você oferta dinheiro em retribuição a um contrato trabalhista, você atende a constituição que prega o laboro remunerado, mas facilmente é trocado pela concorrência, uma vez que, o valor possa estar maior no mercado onde sua empresa está inserida. Mas quando você oferta desenvolvimento constante, aprendizados incontestáveis ou até mesmo benefícios relacionados ao bem-estar individual e de grupo, satisfazendo a pirâmide de Maslow que está incutida no inconsciente de cada um, você gera ao seu time de trabalho um ganho incalculável que reflete no clima organizacional da empresa.

A meritocracia não está de todo distante desta relação de trabalho, uma vez que o colaborador está feliz, produz mais e com qualidade. Uma vez que ele produza mais e com qualidade, eleva-se ainda mais o clima na empresa e isso é visível aos olhos da gestão, que por sua vez, pode e deve recompensar. Para tal, é importante conhecer seu time, saber o que lhes move individualmente e em grupo, podendo ser traçadas metas premiáveis. A clareza dessas informações vai garantir que ninguém se sinta passado pra trás neste tipo de beneficiamento, dando a certeza de que o resultado é em virtude do desempenho profissional.

Embora já ouvimos falar tantas vezes em que nos faz felizes, podemos citar algumas das possíveis composições de um salário emocional. São alguns deles: Carreira e seus degraus a percorrer, Desenvolvimento profissional ou a oportunidade de desenvolver-se, Reconhecimentos, Clima Organizacional, Sentimento de Pertença, Comunicação clara e assertiva, Benefícios estendidos a família e outros a serem observados.

Os métodos são diversos, inumeráveis, basta cada gestor conhecer seu time, bem como cada empresa traçar sua estratégia de recompensa emocional. Fica para reflexão os seguintes questionamentos: O que te faz feliz? O que faz o outro feliz? Como isso te diferencia dos demais concorrentes?

Tenho certeza que a sua empresa já está buscando aplicar esta nova remuneração. Caso não, é tempo de repensar. Sucesso!


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